"Envolvimento" é uma daquelas palavras que se usa muito e se explica pouco. Quando se trata de eventos desportivos, no entanto, o mecanismo por detrás da fotografia profissional é bastante concreto — não é um efeito vago de "boa imagem", é uma sequência de coisas que acontecem na prática, desde o momento em que alguém cruza a meta até semanas depois, quando decide inscrever-se de novo.
O momento em si: a meta como parte da experiência
Para muitos participantes, especialmente em corridas e provas de resistência, o momento de cruzar a meta é o ponto alto emocional de todo o evento — e saber que esse momento vai ficar registado por um fotógrafo profissional, não apenas por um telemóvel distante na multidão, muda a forma como esse instante é vivido. A fotografia profissional transforma a meta de um ponto de chegada num momento de palco, com a composição, o enquadramento e a luz a fazer justiça ao esforço de quem ali chegou.
A partilha é publicidade gratuita, e genuína
Aqui está o mecanismo mais direto: quando um participante encontra a sua foto — normalmente via pesquisa por selfie, em segundos — a reação natural é partilhá-la. Nas redes sociais, isso significa o nome do evento, a data e, frequentemente, a localização a chegar à rede de contactos dessa pessoa, de forma totalmente orgânica. Ninguém pagou por este alcance, e é mais credível do que publicidade paga precisamente porque vem de alguém que esteve lá e quis mostrar a sua experiência. Multiplica isto por centenas de participantes, cada um com a sua própria rede, e percebe-se por que é que a fotografia funciona como motor de divulgação de forma tão eficaz.
Uma boa fotografia é um motivo concreto para voltar
Há um segundo mecanismo, menos imediato mas igualmente importante: a memória visual pesa na decisão de repetir a inscrição no ano seguinte. Uma pessoa que tem uma boa fotografia de si própria num evento tende a associar esse evento a uma experiência positiva de forma mais duradoura do que alguém que só ficou com a recordação mental. É o mesmo princípio por detrás de qualquer produto que vende memória, não apenas serviço — a fotografia dá-te algo tangível para guardar, e isso fortalece a ligação ao evento em si.
O ciclo completo
Juntando os dois mecanismos, o ciclo fica mais claro: o participante vive o momento sabendo que vai ficar registado; encontra a sua foto facilmente através da pesquisa por selfie; partilha-a, gerando alcance orgânico; guarda-a como memória; e essa memória positiva aumenta a probabilidade de voltar a inscrever-se. Nenhum destes passos depende de a organização ter de "empurrar" o conteúdo — o próprio participante faz o trabalho de divulgação, porque quer mostrar a sua experiência.
Isto aplica-se a qualquer escala de evento
Este mecanismo não é exclusivo de grandes maratonas com milhares de inscritos — funciona da mesma forma numa prova local de bairro, num treino de clube regular ou numa prova de trail com algumas centenas de participantes. O que importa não é a dimensão do evento, mas sim que cada participante tenha uma hipótese real de se encontrar numa fotografia que valha a pena guardar e partilhar. Podes ver exemplos do tipo de eventos já cobertos em fomoshoot.com/eventos.
Transformar isto no teu evento
Se o teu evento ainda não tem cobertura fotográfica profissional, estás a deixar por explorar um dos canais de divulgação mais naturais e credíveis que existem — o próprio participante a mostrar, com orgulho, que esteve lá. A página de parceria com organizadores explica como trazer fotógrafos profissionais ao teu evento sem adicionares logística ao que já tens de gerir.
